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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Curso de Auxiliar de Veterinario em Peruibe 13 34941684

  Gato com medo de água: por que os bichanos fogem do banho?


Que os bichanos são pets extremamente higiênicos, ninguém duvida! Afinal, além de tomarem seu próprio banho, eles ainda enterram suas necessidades! Mas por que será é tão comum encontrar gato com medo de água? 

As origens dos felinos podem ajudar a entender melhor seu comportamento, estilo e manias! Se você tem um gato com medo de água, continue lendo. Aprenda mais sobre seu filho de quatro patas! 

Fatores que influenciam o medo dos gatos

Os bichanos são pets muito espertos. Assim, quando um gato não gosta de tomar banho, há motivos bem claros para seu comportamento. De acordo com especialistas, alguns fatores que influenciam na insegurança dos peludos são:

Sistema respiratório frágil: como não estão acostumados com a água, o sistema respiratório dos felinos é mais frágil. Com isso, o pet tem medo de um banho descuidado, o que pode levar a infecções; 

Territorialismo e olfato: outra característica herdada dos seus ancestrais. Os bichanos são muito territorialistas. E para ganhar a batalha no domínio de diferentes espaços, o cheiro é muito importante. Um banho forçado pode modificar o odor do gato, deixando-o inseguro.  

Banhos naturais: mesmo tendo medo de água, os gatos conseguem manter sua aparência limpa e elegante, não é mesmo? Isso graças a seus banhos naturais, realizados com boas linguadas! Essa tática dos bichanos é excelente para mantê-los sempre limpinhos. Como já se sentem higienizados, os felinos não veem sentido em mergulhar na água com sabão. 

 

A origem do bichano

Entretanto, o principal motivo que explica por que um gato não gosta de água está em sua origem. 

A chave para entender o comportamento dos peludos está na origem do gato doméstico. “Acredita-se que essa aversão vem da origem dos bichanos. Os felinos provavelmente vieram do Oriente Médio, onde há muitos desertos”.

Assim, especialistas confirmam que é natural que o bigodudo fuja do banho. No entanto, é possível ensinar para nossos amigos que não há perigo em tomar um ducha e ver que o gato gosta de tomar banho! Tudo depende de adaptar o pet à água. 

 

Como dar banho em gato

Apesar de ser comum encontrarmos um gato com medo de água, cada pet possui sua personalidade e seus hábitos.

De acordo com a veterinária, a melhor forma de familiarizar seu amigo aos banhos é começar cedo. “O ideal é acostumar o pet desde filhote”. Assim, os felinos que encaram uma ducha ainda pequenos provavelmente terão uma relação mais amigável com a água no futuro. 

Porém, o bichano adulto também pode descobrir o prazer de um bom banho e aprender a ser um gato que gosta de água! Para ajudar seu amigo, basta seguir algumas dicas:

Procure um momento adequado: como os bichanos têm medo de água, dar banho em gato leva tempo. Por isso, muitas vezes é necessário dedicar longos minutos a esse processo, ajudando o bigodudo a superar suas inseguranças. Assim, escolha um momento confortável, em que você possa se dedicar exclusivamente a seu filho de quatro patas; 

Utilize água morna: a temperatura costuma ser um grande problema para um gato com medo de água. Por isso, a dica é buscar algo mais agradável, utilizando água morna.

Use apenas produtos adequados para pets: os produtos para felinos são elaborados por especialistas, não provocando alergias ou incomodando os peludos. 

Procure um especialista: dar banho em gato pode não ser uma tarefa fácil. Por isso, o melhor é procurar ajuda de um especialista.

Hidratação: um grande problema para gato com medo de água

Não é só o banho que atrapalha um gato com medo de água. Muitas vezes, nossos amigos podem ter problemas de hidratação por suas inseguranças. Além dos bichanos não serem muito chegados a uma ducha, são muito seletivos com sua alimentação. 

Por isso, na hora de dar água para o peludo, recomendamos seguir algumas dicas:

 Ofereça sempre água limpa e fresca;

Certifique-se que o bichano está bebendo água;

Em dias mais quentes, coloque alguns cubos de gelo no bebedouro,

Prefira bebedouros automáticos, encontrados em lojas especializadas. 

Prezar pelo bem-estar de nossos amigos é o diferencial em uma tutoria responsável! Viu como é bom entender por que os gatos não gostam de água?


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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Curso de Auxiliar de Veterinario em Peruibe 13 34941684

  Saiba quais são as cores de gatos e o que elas significam


Compreender as cores de gatos pode ser mais complicado do que parece. Por trás da pelagem dos bichanos, há um complexo sistema genético que pode dizer muito sobre os peludos. 

Quanto mais aprendemos sobre os animais, mais apaixonados ficamos por eles. Se você deseja saber mais sobre cores de gato e seus significados, continue lendo. Preparamos um guia conteúdo completo. 

Cores de gatos: macho ou fêmea

Você provavelmente já ouviu dizer que gato de três cores é sempre fêmea, não é mesmo? Pois, saiba que essa história tem um fundo de verdade. Isso porque parte das características que definem as cores dos bichinhos está ligada ao gene X. 

Esse gene, que também está relacionado ao sexo do felino, pode definir se o peludo terá a cor preta ou vermelha. Como sabemos, um gato macho possui os genes XY, enquanto uma fêmea é XX. Assim, o macho poderá ser preto ou vermelho, e a fêmea uma mistura das duas cores.

Por isso, se, algum dia, você encontrar com um bichano preto com manchas vermelhas, sabe que, provavelmente, está lidando com uma gatinha. Apesar de haver pequenas chances dele ser macho. 

Coloração de gato branco 

Basicamente, podemos dizer que as cores de gatos se resumem em três: preto, vermelho e branco. Já entendemos que o preto e o vermelho estão associados ao gene X. Mas e o branco? 

A coloração de gato branco tem a ver com outros fatores, na verdade, três elementos diferentes: o gene da cor branca, o gene das manchas brancas e o gene do albinismo. 

Quando o peludo tem o gene da cor branca, não importa como é seu gene X, ele será totalmente branco. Se o pet tiver o X com tons pretos e o gene das manchas brancas, ele será o clássico gato preto e branco. Já o albinismo também é um fator à parte. Por isso, o gato albino é inteiramente branco. 

Outras cores

Até agora, abordamos o vermelho, o preto e o branco. Contudo, você provavelmente já encontrou as mais variadas cores de gatos, como laranja, malhado e cinza, não é mesmo? Isso porque, além dos fatores já explicados, há a intensidade desses tons. 

A cor dos bichanos, assim como outros mamíferos, é definida pela quantidade de melanina. Há dois tipos: a eumelanina e a feomelanina. A primeira está relacionada aos tons escuros, e a segunda, aos avermelhados. Dependendo da quantidade de melanina que a genética do pet libera, ele irá se encaixar em um dos tipos abaixo:

Cores extremas: também chamadas de características intensas, são aqueles peludos que possuem genes de melanina dominantes e, consequentemente, cores fortes, como os gatos pretos, laranjas ou chocolate, 

Cores suaves: possuem genes recessivos, apresentando variantes dos tons acima. É o caso de gato cinza, creme ou bege. 

Viu como compreender as cores de gatos não é uma tarefa fácil? Há vários fatores diferentes que, combinados, resultam nos belos tons de nossos amigos de quatro patas. 

Significados das cores

Como as cores de gatos são definidas pela genética, há algumas características semelhantes que podem ser associadas aos diferentes tipos de pelagem de gato. Claro, cada peludo tem sua personalidade, sendo impossível ter um manual de comportamento ligado à aparência. 

Entretanto, alguns relatos indicam que a genética das cores também pode influenciar nas características e na personalidade dos pets. Continue lendo para saber mais sobre cada uma delas. 

Gato preto

O gato preto é considerado mais introspectivo, tímido e tranquilo. Calmo e carinhoso, costuma dormir por longos períodos e gosta de alguns minutos de carinho. Ainda que não seja tão apegado, ele sabe demonstrar seu amor, mesmo que seja deitando ao lado do tutor, fazendo companhia em atividades diárias.

Gato branco

Os bichanos brancos também são considerados calmos e pensativos. Geralmente, são desconfiados e precisam de mais tempo para se adaptar à sua família. Porém, uma vez que tenham se adaptado, são muito fiéis e carinhosos. Não costumam gostar de visita, mas não negam uma boa dose de carinho. 

Gato laranja

O gato laranja é considerado mais carinhoso que os outros bichanos. Adora passar todo momento ao lado de sua família e odeia ficar muito tempo sozinho. Também é mais ativo, precisando de atividades regulares para gastar sua energia. 

Gato rajado

É um bichano curioso e ativo, que adora brincar com seus tutores. Costuma ser muito fiel e companheiro, mas precisa de boas doses de atividades para gastar a vasta energia. O gato rajado e bicolor, por ser mais curioso, costuma se dar melhor com estranhos logo no primeiro encontro. 

As características acima estão relacionadas a alguns estudos, mas não indicam um manual definitivo sobre os felinos. Lembre-se que cada pet é especial e possui uma personalidade única. 

Conhecer as cores de gatos é uma forma de nos apaixonarmos ainda mais por eles! Além de fofos e divertidos, nossos amigos de quatro patas escondem diversos fatos surpreendentes.

 

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sexta-feira, 29 de novembro de 2019

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Peixes famosos: os mais conhecidos do cinema

Filmes com personagens animais fazem muito sucesso entre crianças e adultos cheios de imaginação. No caso dos peixes, não é sempre que eles são protagonistas, mas, quando têm papel de destaque, o sucesso dos peixes famosos é tanto que chega até a influenciar as vendas em lojas de aquarismo!
Para quem quer conhecer melhor quem são esses peixes “artistas”, listamos algumas das espécies de peixes mais famosas do cinema.

Peixe-palhaço: Procurando Nemo


 Uma das maiores provas de como a cultura pop pode ter impacto no mundo do aquarismo. A venda do peixe-palhaço chegou a aumentar cerca de 40% após o lançamento do filme, em 2003.
O aumento foi tanto que diversas ONGs fizeram apelos desestimulando a compra da espécie. A alta procura aumentou o número de peixes retirados diretamente no mar. Preocupante, não é mesmo?
Além de muito divertido, o filme do Nemo chama atenção por retratar fielmente alguns hábitos da espécie. A sua protocooperação com as anêmonas do mar é um ótimo exemplo!

Tang-azul: Procurando Dory


O filme pode até levar o nome do pequeno peixe-palhaço, mas se tem um personagem que roubou a cena do lançamento da Pixar foi a tang-azul Dory. Não à toa, a personagem ganhou seu próprio filme em 2016.
Lembrada especialmente por seu problema de perda de memória recente, Dory é responsável por alguns dos momentos mais divertidos e, ao mesmo tempo, mais delicados do desenho. Além disso, trata-se de uma espécie sensível, que exige mais experiência do aquarista.

Peixe-dourado: Pinóquio


Embora não fosse protagonista, a charmosa peixinha Cleo não passou despercebida em “Pinóquio”, animação da Disney de 1940. Ela viveu grandes aventuras, como ser engolida pela baleia junto com Gepetto e o bichano Fígaro.
Sobre a representação do peixe-dourado feita pelo filme, é importante destacar que Cleo está longe de viver em condições adequadas para um peixe.
Além de ficar em um recipiente aberto, exposta aos ataques do gato Fígaro, seu aquário globular é pequeno e não possui nenhum equipamento de adequação e manutenção dos parâmetros da água.

Peixe-anjo-real: A Pequena Sereia


É difícil imaginar como seria a vida de Ariel, de “A Pequena Sereia”, sem a companhia de seu fiel escudeiro Linguado.
Apesar de muito medroso, o famoso peixe da pequena sereia está com ela em todos os momentos. Mas você sabia que, ao contrário do que sugere o nome, ele não pertence ao grupo de peixes linguados?
Na verdade, acredita-se que, ao menos visualmente, o companheiro de Ariel tenha sido inspirado na espécie conhecida como peixe-anjo-real.
Encontrada nos oceanos Índico e Pacífico, a espécie é delicada e exige bastante conhecimento do aquarista para ter longevidade. Além disso, trata-se de uma espécie com difícil reprodução em cativeiro.

Bodião-limpador: O Espanta Tubarões


Não é coincidência que o personagem Oscar, de “O Espanta Tubarões”, trabalhe em um lava-rápido. Na vida real, o bodião-limpador limpa o corpo de outros peixes à medida que se alimenta dos parasitas presentes neles.
Mas a participação em relações mutualísticas não é a única qualidade da espécie!
Ela também é muito conhecida por sua inteligência acima da média entre os peixes. Prova disso é que, em 2018, um estudo provou que o bodião-limpador é capaz de se reconhecer no espelho.
Com isso, os peixes famosos entraram para o seleto grupo de animais capazes de realizar o feito, que inclui também golfinhos e orangotangos.




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terça-feira, 26 de novembro de 2019

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6 Cuidados com cães idosos que você deve ter

Saiba como perceber que seu cão está entrando nesta fase e como proceder com os cuidados dele.
Entre os 7 anos de idade, os cães começam a apresentar alguns sinais de envelhecimento, podendo passar a ter algumas dificuldades de mobilidade, dores ou mau funcionamento de alguns órgãos. Para isso, existem alguns cuidados com cães idosos que você deve começar a pensar e pesquisar, e assim estar ao lado do seu pet nessa fase complicada para qualquer ser vivo.



6 Dicas para cuidar de cães idosos

Os cuidados com cães idosos não são poucos e você deverá estar disposto a dar mais atenção a eles e as suas necessidades. Tenha paciência e dê muito amor para eles nessa fase, e esteja disposto também a mudar alguns comportamentos na sua própria rotina para beneficiar o seu cão.

1. Alimentação

Assim como os humanos, os animais idosos têm uma redução na velocidade do funcionamento dos órgãos, por isso deve-se ter cuidados com cães idosos em relação à alimentação. Com a idade, a absorção e digestão dos alimentos ocorre mais lentamente.
É importante que o dono disponibilize rações de fácil absorção e que tenham uma carga nutricional bem completa. Consulte um profissional para se informar da necessidade do seu animal.
Além disso, os animais também tendem a perder os dentes com a idade. Se o seu pet já apresenta essa dificuldade, então você pode começar a dar uma ração que seja mais cremosa, após consultar o seu profissional. Enquanto você não visita o profissional, não deixe seu cãozinho sofrer para realizar as refeições.
Adicione um pouco de água morna na ração dele para que amoleça, ou triture-a. A dificuldade em mastigar pode levar o animal a deixar de se alimentar levando a consequências mais graves. Se ele não se alimentar nem uma vez no dia, encaminhe-o ao veterinário para que seja diagnosticado.
Um dos importantes cuidados cuidados com cães idosos que você deve ter, é revisar sempre se há água no recipiente dele, pois muitos cães idosos tendem a beber mais água e urinar mais, podendo levá-lo à desidratação caso não haja água disponível constantemente.

2. Limitações físicas

É comum entre os animais que eles passem a ter problemas de locomoção devido ao desenvolvimento de doenças como artrite, artrose e problemas de coluna. Caso o seu animal esteja assim, não o obrigue a praticar exercício físico. Evite fazer com que ele tenha que se mover bruscamente ou por mais tempo do que ele suporta.
Outra dica é evitar que ele suba as escadas. Facilite a chegada dele à comida, água, cama e lugar para fazer as necessidades, retirando esses obstáculos do caminho dele. Esse passo é muito importante, pois os animais idosos se hidratam mais e realizam suas necessidades com mais frequência.

3. Atividades

Se o seu cão já apresentar dificuldade de mobilidade, você deve estar atento ao ritmo e aos limites dele. Se ele apresentar cansaço, não o obrigue a praticar os exercícios físicos e as brincadeiras.
Apesar disso, ele não deve ficar sempre parado. Leve-o para exercícios leves, como caminhadas de curta duração, para que ele não se torne sedentário e desenvolva algum risco de saúde a partir disso.

4. Veterinário

Entre os cuidados com cães idosos está a ida deles ao veterinário. Assim como os adultos idosos, eles também precisam de assistência médica com mais frequência, preferencialmente a cada 6 meses ou de acordo com a recomendação do profissional. Dessa forma, o acompanhamento da saúde do seu cãozinho estará mais regular e o profissional poderá fazer o controle de possíveis doenças decorrentes da idade.

5. Temperatura

Um dos cuidados com cães idosos mais negligenciados pelos donos é a exposição deles às temperaturas extremas. Os cães idosos têm menor tolerância a temperaturas muito baixas ou muito altas. Evite deixar o cão preso nessas condições. Posicione a cama dele próximo a um lugar arejado e com temperatura confortável.

6. Paciência e muito amor

À medida que os pets vão envelhecendo, você deve dá-lo mais atenção e cuidados. Isso requer mais paciência, amor e empatia, mas se você não as tem, não adquira um cão logo de início.
Você deve estar mais atento às necessidades do seu pet para que ele não realize tantos esforços que já não podem mais fazer. Você talvez terá que mudar a sua rotina para poder cuidar melhor do seu cãozinho, e ele continuará a lhe proporcionar bons momentos.




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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

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Como acalmar um gato nervoso


A seguir, vamos lhe contar como acalmar um gato nervoso sem ganhar um arranhão ou uma mordida.
Geralmente, os felinos de estimação são animais muito tranquilos, nunca tão efusivos quanto um cachorro. Mas quando existe uma situação estressante para eles, podem chegar a reagir de um jeito diferente do habitual. Um felino chateado ou agitado pode ser perigoso porque vai tentar atacar quem se colocar à sua frente. O medo se sobrepõe e isso gera dificuldades.

Por que um gato fica nervoso?

Um gato pode ficar estressado quando se encontra diante de um estímulo novo que o perturba. Um barulho, um lugar, um cheiro ou um objeto específico podem despertar o pânico nele e fazer com que reaja de maneira diferente. A primeira medida é saber reconhecer um gato nervoso.
Há algumas condutas ou atitudes que podem nos ajudar a identificá-lo:
O gato não quer que você acaricie sua cabeça ou que toque nele (seu instinto de autoproteção se ativa ainda mais);
ele se esconderá em qualquer lugar (vai fugir de onde se estressa);
caminha abaixado (atuará com cautela para evitar ser machucado por quem lhe estressa);
grunhe e tenta arranhar (conduta agressiva de autoproteção);
ergue o rabo e levanta o torso;
acaricia-se em excesso (para liberar o excesso de estresse, o gato começa a se acariciar mais do que o normal);
tem as pupilas dilatadas e as orelhas planas contra a cabeça (é a forma do gato demonstrar o estresse.
Mesmo assim, é fundamental entender os motivos pelos quais o animal se sente assim. As razões podem ser muitas, mas as mais habituais geralmente são:

Experiências traumáticas
Sons fortes (por exemplo, fogos de artifício ou tempestades)
Viagens de carro
Mudanças
Desconfiança por um lugar ou pessoa novos
Encontro com outros gatos ou animais

Como acalmar um gato nervoso

Quando você determinar que situação mexeu com os nervos do gato, é preciso atuar adequadamente para poder ajudá-lo a sair desse estado e se acalmar. Estes são os passos que você deve seguir se quiser acalmar um gato nervoso:

1. Chegue perto somente se for necessário

Você deve pensar na segurança, tanto sua quanto do animal. Na maioria dos casos, os felinos preferem ser deixados em paz até que se tranquilizem sozinhos. Se você tentar acariciá-lo ou pegá-lo nos braços, ele pode ficar agressivo. Para chegar perto, você precisa ter muita precaução, ir devagar e sem fazer barulho.

2. Use um tom de voz tranquilo para chamá-lo e atrai-lo até você

Por exemplo: se o gato está nervoso porque não consegue descer de uma árvore, ou ficou preso no jardim e você precisa chegar perto de qualquer jeito para ajudá-lo, fale com ele com calma. Você pode até cantar uma música tranquila. Não grite de jeito nenhum, porque irá assustá-lo ainda mais.

3. Atraia-o com comida

Através dos alimentos, os gatos podem liberar as tensões e acalmar os nervos. Tenha sempre em mãos uma ração úmida, porque o aroma o atrairá ainda mais. Ponha o prato a meia distância entre você e ele, e assim ele fará um esforço para chegar perto.

4. Tenha paciência. Fique calmo

Os gatos são seres muito especiais que podem reconhecer os sentimentos e emoções de seus donos. Se você está nervoso, ele também vai estar. Por isso, se você se tranquilizar e mostrar-lhe que não há com o que se preocupar, as coisas voltarão ao normal sem problemas.

5. Dê a ele seu brinquedo favorito. Não jogue! Seja delicado

Assim como acontece com a comida, você pode atrai-lo com o objeto preferido dele. Os brinquedos funcionam muito bem nesse caso, porque é algo que eles consideram próprio e relacionam com brincadeiras. Não é preciso levar até ele, você pode deixá-lo a alguns metros para que ele mesmo busque.

Outras opções a serem consideradas

Se as opções anteriores não funcionarem, você pode tentar as que serão mostradas a seguir:
Isole-o: Caso seu gato esteja excessivamente nervoso ou angustiado por algo que acontece em algum quarto da casa ou até no lado de fora, uma boa maneira de acalmá-lo é isolá-lo. O banheiro pode ser perfeito. Também o armário. Não esqueça que os felinos se sentem protegidos em lugares pequenos. Quando o estresse diminuir ou desaparecer, você pode abrir a porta e deixá-lo sair sozinho.
Use feromônios: Outra técnica para acalmar um gato nervoso é usar o mesmo químico que ele usa para se comunicar com outros gatos. Os feromônios são liberados através das patas, do rabo, do rosto e do dorso e têm efeito calmante. Em algumas lojas de pets, é possível conseguir esta substância em um difusor, um pulverizador ou um colar.
Considere medicamentos: Se seu gato se estressa continuamente, existem alguns medicamentos que podem ajudá-lo a superar esses momentos. O veterinário saberá qual é o sedante e a dose adequados. Mas você só deve dar a medicação quando for estritamente necessário, e como maneira de prevenção, não de cura.



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terça-feira, 19 de novembro de 2019

Curso de Auxiliar de Veterinario em Mongagua 13 33951176


O que meu cachorro pode comer?

Uma lista de alimentos que podem fazer bem ou mal ao seu cão!

É importante lembrar que não existe alimento melhor para seu cão do que a ração que já vem balanceada e supre as necessidades dele. Mas, é comum darmos agradinhos aos nossos pets e por isso é bom ficar de olho que pode fazer a visita ao veterinário acontecer mais cedo! 






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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

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Como escolher um bom veterinário?


Os cuidados veterinários são obrigatórios na vida do seu pet. Seja ele um felino, um cachorro, papagaio, coelho, iguana... A partir do momento em que inserimos na nossa família um novo membro, seja de que espécie for, devemos dar para ele todas as condições que necessita para viver feliz ao nosso lado. As visitas periódicas ao médico veterinário são um dos pontos chaves na saúde de qualquer animal.
Cada espécie necessita de cuidados específicos que podem incluir desparasitação, vacinação ou apenas visitas periódicas como medicina preventiva para assegurar que tudo está bem. Muitos tutores procuram o médico veterinário apenas quando o animal adoece. Não cometa esse erro. Mesmo antes de adotar um animal você deve procurar um médico veterinário!
Quase todos os tutores nos colocam esta dúvida: Como escolher um bom médico veterinário?

Legalização da clínica

Este é sem dúvida o ponto número 1! Infelizmente, existem muitos "falsos veterinários" e clínicas que não estão legalizadas. É papel da justiça detectar estes casos de fraude mas todos os tutores devem estar atentos e conscientes que estes casos existem e podem estar mais perto do que você pensa.
Apenas um médico veterinário tem a formação e prática necessárias para realizar atos médicos com animais. Não leve o seu cachorro para ser vacinado pelo trabalhador da Petshop, nem naquele seu vizinho que consegue arranjar "vacinas mais baratas". O barato sai caro e a saúde do seu animal não tem preço!


Localização

A questão da localização da clínica ou hospital veterinário é relativa. Idealmente, uma clínica perto de sua casa é o mais indicado, para evitar o estresse de viajar com o animal e o tempo que demora a chegar até à clínica em caso de urgência. Porém, conduzir alguns quilômetros extras pode valer a pena para receber serviços de melhor qualidade. Você terá sempre de avaliar os prós e os contras.
Muitas clínicas têm serviço ao domicílio! Se você tem um animal com problemas de locomoção ou que estressa muito em viagens, esta pode ser uma excelente opção.

Visite as instalações

Você pode solicitar diretamente na clínica, antes de ir com o seu pet, para visitar as instalações. A maioria das clínicas irão mostrar sem problemas para você a instalação (claro que não deve esperar uma visita guiada por todo o hospital, principalmente se é um dia atarefado e se não marcou antes). Com certeza que irão explicar para você todas as condições que a clínica possui. Aproveite para perguntar quais os serviços de emergência disponíveis, quantos veterinários trabalham na clínica, quais as especialidades dos veterinários, se tem raio X na clínica ou se terá de fazer em outras se necessário.
Por que é importante perguntar sobre as condições? Quanto mais equipamentos possuir a clínica melhor para o seu pet. Será muito mais cômodo realizar exames complementares na própria clínica do que ter de se deslocar quando realmente existir uma urgência. Porém, a maioria das clínicas quando não possuem determinado serviço têm acordos com outras instalações. Este não é um fator determinante mas é importante ser considerado assim como todos os outros que referimos.
Esta primeira abordagem, sem o seu pet, permite que você também se aperceba de imediato do ambiente que se vive na clínica. Você se sente bem tratado? Todos são simpáticos e felizes no local de trabalho? Estes pontos são tão importantes como as qualificações e serviços da clínica. Se tudo correr bem, você seguirá longos anos nesse local e é fundamental que você se sinta bem tratado!

Personalidade

Como acabamos de referir, a simpatia e a maneira como o tratam como cliente deve ser valorizado. Tenha em consideração a personalidade do médico veterinário. É muito importante que você goste da maneira de estar do seu médico veterinário, tanto consigo como com o seu pet. Só assim você terá total confiança nele um dia que algo aconteça com o seu pequeno e precise de deixar ele na clínica.

Especialidade

A especialidade do veterinário é essencial. Cada vez mais a medicina veterinária caminha no sentido da especialização, tal como a medicina humana. Antes de pensar em especialização em termos cardiologia, neurologia, etc, pense no animal em questão.
Se você tem um réptil, não será a melhor escolha levar ele num veterinário de cavalos. Procure um veterinário especialista no seu animal. Hoje em dia já existem clínicas exclusivas de animais exóticos, clínicas exclusivas para felinos, etc. Algumas clínicas oferecem serviços para vários animais distintos. Você deve garantir que o seu pet recebe atenção de um especialista nesse animal!

Urgências 24 horas

O serviço de atendimento 24 horas é importante porque nunca se sabe quando o seu animal vai precisar de atendimento imediato. Se a sua clínica de eleição não tem, peça para o seu veterinário um contacto de outra para caso precise. Tal como os outros fatores, não deve excluir uma clínica se ela não tiver este serviço mas é essencial que esteja preparado e tenha um número sempre à mão para alguma hora de aflição!

Preço

O preço não deveria ser um fator determinante na escolha de um veterinário. É extremamente complicado comparar preços de serviços médicos porque na prática variam muito. Uma clínica pode até oferecer preços mais baratos na vacinação e ser mais cara quando é necessário internar de urgência, por exemplo.

Outros serviços

Outros serviços que a clínica disponha podem ser um bônus! Atualmente muitas clínicas já contam com profissionais especializados em banhos, cortes de pelo e unhas. Algumas até possuem serviço de hotel associado e adestradores!

Seja um bom cliente!

Se você deseja ser bem tratado pelo seu veterinário, deve também ser um bom cliente! Ser um bom cliente, não implica apenas ser um bom tutor do seu animal. Você deve promover e incentivar um bom relacionamento com o seu veterinário. Afinal de contas, é nas mãos dele que você vai deixar o seu melhor amigo!

Escute atentamente todos os conselhos e dicas do seu veterinário. Se ele está dizendo alguma coisa é porque é importante que você oiça e o aplique! Por vezes, o médico veterinário está dizendo muita informação ao mesmo tempo e você tem dificuldade em acompanhar... fale isso para ele! Um bom veterinário não terá nenhum problema em abrandar o ritmo da informação ou mesmo escrever para você! Não tenha vergonha de perguntar as vezes que forem precisas para ficar esclarecido!

Não espere do veterinário o que não esperaria de um mecânico revisando o seu carro. Isto é, você não diria ao seu mecânico para dar só uma olhadinha no seu carro sem pagar não é? Pois é, o veterinário também tem contas para pagar, também tem uma família e os equipamentos e fármacos não se pagam sozinhos. Se você tem problemas econômicos, fale abertamente com o seu médico veterinário. A maioria dos veterinários tem opções e formas mais acessíveis de pagamento para pessoas com menos condições econômicas.








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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

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Paris Hilton  - dona dos cachorros mais luxuosos do mundo






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Para começar, um dos peludos da socialite norte – americana chama – se Dollar . Mas diferentemente do que pensam , ele não foi comprado com pedigree e nem tem sangue azul : ela o adotou .E é um dos muitos que ela tem agregando – se ao time de Tinkerbell , Lola e Pixie ,alguns dos  demais moradores da mansão que a herdeira dos hotéis que levam seu sobrenome comprou apenas para abriga – los ,com móveis projetados especialmente para os seus bichinhos, que entre eles também estão papagaio e coelhos.
Ela tem diversas raças como Lulu da Pomerânia , o Chihuahua e o Pug. E como dizem que eles se parecem com seus donos ,os de Paris são considerados um dos cachorros dos famosos mais  famosos do mundo, pelas roupas ,que ela lançou uma linha de trajes para pets por conta disto, acessórios personalizados e tratamentos exclusivos .

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Dentista veterinário: entenda a importância da especialidade para seu pet



Enquanto os banhos e tosas são entendidos como cuidados básicos e essenciais para vida dos bichinhos de estimação, há algumas precauções, como consulta regular com o dentista veterinário, que acabam sendo ignoradas por muitos tutores.
No entanto, a falta de precaução com a saúde bucal pode significar o começo de problemas graves e que, quando não tratados, podem até ser fatais para os pets.

Compreenda a importância da odontologia veterinária

As doenças causadas por bactérias e inflamações são responsáveis por 85% dos problemas na cavidade oral dos pets.
No entanto, ressalta que a “falta de escovação é, sem dúvidas, o principal motivo para isso. Tendo em vista que, dentro de um período de apenas 24 horas, a placa bacteriana já é capaz de se organizar e se transformar em tártaro”.
Segundo a especialista em odontologia em pequenos animais, a manifestação e o desenvolvimento das doenças periodontais nos bichos varia de acordo com a imunidade e as características de cada um deles.

Siga sempre a orientação do dentista veterinário

O indicado é que o pet passe por consultas com o veterinário odontológico anual ou semestralmente. Assim, fica mais fácil verificar as suas condições orais e prevenir o aparecimento de problemas.
“Nessa avaliação, por meio de um raio-x, é possível verificar se todos os dentes do pet estão saudáveis e se há a formação de tártaro em cães. Se a resposta for positiva, é possível anestesiar o bichinho e fazer uma limpeza, evitando que o problema evolua e provoque consequências mais graves”, acrescenta a médica-veterinária.
Para alguns Dr’s, “se os dentes estiverem muito prejudicados, a extração de alguns deles pode ser indicada para melhorar a qualidade de vida do pet, além de acabar com possíveis dores e evitar que o problema se torne mais extenso”.

Mantenha cuidados com a higiene do pet

A gengivite e a perda de dentes são alguns dos problemas que podem se desenvolver pela falta de cuidados com a higiene oral. Vale lembrar que é essencial utilizar a escova de dente de cachorro adequada. Em alguns casos, você pode substituí-la por dedeiras especiais.
Lembre-se de que uma infecção bacteriana pode atingir a corrente sanguínea do pet e afetar órgãos vitais, como coração, rins, pulmões e fígado.
Leve seu pet de estimação para uma consulta com o veterinário dentista mais próxima de você! 



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