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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

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  Gato com medo de água: por que os bichanos fogem do banho?


Que os bichanos são pets extremamente higiênicos, ninguém duvida! Afinal, além de tomarem seu próprio banho, eles ainda enterram suas necessidades! Mas por que será é tão comum encontrar gato com medo de água? 

As origens dos felinos podem ajudar a entender melhor seu comportamento, estilo e manias! Se você tem um gato com medo de água, continue lendo. Aprenda mais sobre seu filho de quatro patas! 

Fatores que influenciam o medo dos gatos

Os bichanos são pets muito espertos. Assim, quando um gato não gosta de tomar banho, há motivos bem claros para seu comportamento. De acordo com especialistas, alguns fatores que influenciam na insegurança dos peludos são:

Sistema respiratório frágil: como não estão acostumados com a água, o sistema respiratório dos felinos é mais frágil. Com isso, o pet tem medo de um banho descuidado, o que pode levar a infecções; 

Territorialismo e olfato: outra característica herdada dos seus ancestrais. Os bichanos são muito territorialistas. E para ganhar a batalha no domínio de diferentes espaços, o cheiro é muito importante. Um banho forçado pode modificar o odor do gato, deixando-o inseguro.  

Banhos naturais: mesmo tendo medo de água, os gatos conseguem manter sua aparência limpa e elegante, não é mesmo? Isso graças a seus banhos naturais, realizados com boas linguadas! Essa tática dos bichanos é excelente para mantê-los sempre limpinhos. Como já se sentem higienizados, os felinos não veem sentido em mergulhar na água com sabão. 

 

A origem do bichano

Entretanto, o principal motivo que explica por que um gato não gosta de água está em sua origem. 

A chave para entender o comportamento dos peludos está na origem do gato doméstico. “Acredita-se que essa aversão vem da origem dos bichanos. Os felinos provavelmente vieram do Oriente Médio, onde há muitos desertos”.

Assim, especialistas confirmam que é natural que o bigodudo fuja do banho. No entanto, é possível ensinar para nossos amigos que não há perigo em tomar um ducha e ver que o gato gosta de tomar banho! Tudo depende de adaptar o pet à água. 

 

Como dar banho em gato

Apesar de ser comum encontrarmos um gato com medo de água, cada pet possui sua personalidade e seus hábitos.

De acordo com a veterinária, a melhor forma de familiarizar seu amigo aos banhos é começar cedo. “O ideal é acostumar o pet desde filhote”. Assim, os felinos que encaram uma ducha ainda pequenos provavelmente terão uma relação mais amigável com a água no futuro. 

Porém, o bichano adulto também pode descobrir o prazer de um bom banho e aprender a ser um gato que gosta de água! Para ajudar seu amigo, basta seguir algumas dicas:

Procure um momento adequado: como os bichanos têm medo de água, dar banho em gato leva tempo. Por isso, muitas vezes é necessário dedicar longos minutos a esse processo, ajudando o bigodudo a superar suas inseguranças. Assim, escolha um momento confortável, em que você possa se dedicar exclusivamente a seu filho de quatro patas; 

Utilize água morna: a temperatura costuma ser um grande problema para um gato com medo de água. Por isso, a dica é buscar algo mais agradável, utilizando água morna.

Use apenas produtos adequados para pets: os produtos para felinos são elaborados por especialistas, não provocando alergias ou incomodando os peludos. 

Procure um especialista: dar banho em gato pode não ser uma tarefa fácil. Por isso, o melhor é procurar ajuda de um especialista.

Hidratação: um grande problema para gato com medo de água

Não é só o banho que atrapalha um gato com medo de água. Muitas vezes, nossos amigos podem ter problemas de hidratação por suas inseguranças. Além dos bichanos não serem muito chegados a uma ducha, são muito seletivos com sua alimentação. 

Por isso, na hora de dar água para o peludo, recomendamos seguir algumas dicas:

 Ofereça sempre água limpa e fresca;

Certifique-se que o bichano está bebendo água;

Em dias mais quentes, coloque alguns cubos de gelo no bebedouro,

Prefira bebedouros automáticos, encontrados em lojas especializadas. 

Prezar pelo bem-estar de nossos amigos é o diferencial em uma tutoria responsável! Viu como é bom entender por que os gatos não gostam de água?


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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Curso de Auxiliar de Veterinario em Peruibe 13 34941684

  Saiba quais são as cores de gatos e o que elas significam


Compreender as cores de gatos pode ser mais complicado do que parece. Por trás da pelagem dos bichanos, há um complexo sistema genético que pode dizer muito sobre os peludos. 

Quanto mais aprendemos sobre os animais, mais apaixonados ficamos por eles. Se você deseja saber mais sobre cores de gato e seus significados, continue lendo. Preparamos um guia conteúdo completo. 

Cores de gatos: macho ou fêmea

Você provavelmente já ouviu dizer que gato de três cores é sempre fêmea, não é mesmo? Pois, saiba que essa história tem um fundo de verdade. Isso porque parte das características que definem as cores dos bichinhos está ligada ao gene X. 

Esse gene, que também está relacionado ao sexo do felino, pode definir se o peludo terá a cor preta ou vermelha. Como sabemos, um gato macho possui os genes XY, enquanto uma fêmea é XX. Assim, o macho poderá ser preto ou vermelho, e a fêmea uma mistura das duas cores.

Por isso, se, algum dia, você encontrar com um bichano preto com manchas vermelhas, sabe que, provavelmente, está lidando com uma gatinha. Apesar de haver pequenas chances dele ser macho. 

Coloração de gato branco 

Basicamente, podemos dizer que as cores de gatos se resumem em três: preto, vermelho e branco. Já entendemos que o preto e o vermelho estão associados ao gene X. Mas e o branco? 

A coloração de gato branco tem a ver com outros fatores, na verdade, três elementos diferentes: o gene da cor branca, o gene das manchas brancas e o gene do albinismo. 

Quando o peludo tem o gene da cor branca, não importa como é seu gene X, ele será totalmente branco. Se o pet tiver o X com tons pretos e o gene das manchas brancas, ele será o clássico gato preto e branco. Já o albinismo também é um fator à parte. Por isso, o gato albino é inteiramente branco. 

Outras cores

Até agora, abordamos o vermelho, o preto e o branco. Contudo, você provavelmente já encontrou as mais variadas cores de gatos, como laranja, malhado e cinza, não é mesmo? Isso porque, além dos fatores já explicados, há a intensidade desses tons. 

A cor dos bichanos, assim como outros mamíferos, é definida pela quantidade de melanina. Há dois tipos: a eumelanina e a feomelanina. A primeira está relacionada aos tons escuros, e a segunda, aos avermelhados. Dependendo da quantidade de melanina que a genética do pet libera, ele irá se encaixar em um dos tipos abaixo:

Cores extremas: também chamadas de características intensas, são aqueles peludos que possuem genes de melanina dominantes e, consequentemente, cores fortes, como os gatos pretos, laranjas ou chocolate, 

Cores suaves: possuem genes recessivos, apresentando variantes dos tons acima. É o caso de gato cinza, creme ou bege. 

Viu como compreender as cores de gatos não é uma tarefa fácil? Há vários fatores diferentes que, combinados, resultam nos belos tons de nossos amigos de quatro patas. 

Significados das cores

Como as cores de gatos são definidas pela genética, há algumas características semelhantes que podem ser associadas aos diferentes tipos de pelagem de gato. Claro, cada peludo tem sua personalidade, sendo impossível ter um manual de comportamento ligado à aparência. 

Entretanto, alguns relatos indicam que a genética das cores também pode influenciar nas características e na personalidade dos pets. Continue lendo para saber mais sobre cada uma delas. 

Gato preto

O gato preto é considerado mais introspectivo, tímido e tranquilo. Calmo e carinhoso, costuma dormir por longos períodos e gosta de alguns minutos de carinho. Ainda que não seja tão apegado, ele sabe demonstrar seu amor, mesmo que seja deitando ao lado do tutor, fazendo companhia em atividades diárias.

Gato branco

Os bichanos brancos também são considerados calmos e pensativos. Geralmente, são desconfiados e precisam de mais tempo para se adaptar à sua família. Porém, uma vez que tenham se adaptado, são muito fiéis e carinhosos. Não costumam gostar de visita, mas não negam uma boa dose de carinho. 

Gato laranja

O gato laranja é considerado mais carinhoso que os outros bichanos. Adora passar todo momento ao lado de sua família e odeia ficar muito tempo sozinho. Também é mais ativo, precisando de atividades regulares para gastar sua energia. 

Gato rajado

É um bichano curioso e ativo, que adora brincar com seus tutores. Costuma ser muito fiel e companheiro, mas precisa de boas doses de atividades para gastar a vasta energia. O gato rajado e bicolor, por ser mais curioso, costuma se dar melhor com estranhos logo no primeiro encontro. 

As características acima estão relacionadas a alguns estudos, mas não indicam um manual definitivo sobre os felinos. Lembre-se que cada pet é especial e possui uma personalidade única. 

Conhecer as cores de gatos é uma forma de nos apaixonarmos ainda mais por eles! Além de fofos e divertidos, nossos amigos de quatro patas escondem diversos fatos surpreendentes.

 

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sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

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Viajar com pet: saiba como embarcar com seu melhor amigo



Nenhum tutor gosta de deixar seu amigo de quatro patas sozinho. Por isso, o hábito de viajar com pet tem se tornado cada vez mais comum. No entanto, é fundamental estar atento a alguns detalhes para que o animal embarque de forma tranquila e segura.
Viajar com pet: como prepará-lo para o passeio?
Assim como os tutores, os bichos de estimação também precisam estar bem preparados antes de embarcar, ainda mais quando se trata de cuidados com a saúde e o bem-estar deles. Por isso, ao escolher o destino, fique atento às regras de embarque e aos riscos que seu amigo pode encontrar por lá!
Também é extremamente importante garantir hospedagens pet friendly e caixas de transporte adequadas. Mas essas são apenas as primeiras de uma lista de precauções que a viagem com pet exige!
Antes de sair pelo Brasil ou pelo mundo com seu fiel companheiro é necessário muito planejamento. Não importa a distância da viagem com gatos e cachorros, eles devem estar confortáveis e em segurança para curtir o passeio da melhor forma possível.
Check-list para viajar com pet
Na hora de embarcar ao lado do seu amigo de quatro patas, é essencial verificar se todos os documentos estão em dia. Entre as responsabilidades básicas do tutor que vai viajar com seu pet estão ter em mãos a carteira de vacinação atualizada e um atestado de saúde, assinado pelo médico-veterinário que acompanha o animal.
Vale ressaltar que esses são apenas os dois principais itens da lista. Passeios pelo Brasil e até mesmo uma viagem internacional com o pet exigem diversas obrigações.
Por isso, o ideal é que o tutor faça uma lista completa e leve junto acessórios essenciais para o bem-estar do animal. Entre eles, estão itens como:
·         Coleira e guia;
·         Bebedouro e comedouro (é possível adquirir acessórios especiais para viagem);
·         Tapete para cães e caixa higiênica para gatos;
·         Sacos higiênicos;
·         Petiscos,
·         Brinquedos.
Além disso, não se esqueça da plaquinha de identificação do animal. Nela devem conter todos os dados do bicho e do tutor, como nome e telefone.
Para completar, caso seu amigo esteja em tratamento, não esqueça de levar a medicação. Também é importante ter em mãos o telefone do médico-veterinário de sua confiança e de uma clínica no destino da viagem.
Encontre hotéis perfeitos para viagem com animais
Antes de embarcar é preciso procurar lugares para se hospedar com pets (os locais pet friendly). Lá, seu amigo terá liberdade para circular pelos ambientes e, ainda, encontrará mordomias só para ele.
No entanto, vale lembrar que os hotéis exigem que na hora da reserva os tutores informem sobre o pet. Por isso, é necessário apresentar o cartão de vacinação e atestado de saúde do animal.
Além disso, alguns lugares para viajar com cachorro também oferecem serviços de pet shop e pet sitter. Dessa forma, o animal se diverte com passeios e brincadeiras especiais para ele.
O que fazer na viagem de avião com pet?
Muito se fala em passeios de carro com bichos de estimação, mas tem se tornado cada vez mais comum o tutor levar seu amigo também em viagens de avião. Para que o trajeto seja feito de forma tranquila e segura, alguns cuidados são fundamentais.
Tudo começa com o bom planejamento e com uma pesquisa por como viajar com cachorro de avião. Isso porque as empresas aéreas possuem regras específicas para o transporte do seu melhor amigo. Portanto, fique atento a cuidados como:
·         Peso e raça permitidos pela companhia;
·         Modelo da caixa de transporte;
·         Microchip,
·         Regras de pet friendly no país/estado de destino.
Para completar, ao viajar de avião com cachorro e gato, conforme o destino, o tutor precisa estar com o atestado veterinário e CZI (Certificado Zoosanitário Internacional) em mãos. Também é imprescindível manter a saúde do animal em dia. Para isso, antes da viagem, administre as vacinas (preferencialmente um mês antes do embarque) e faça os exames que sejam exigidos pelo local de destino.
Além do checklist citado acima, é necessário seguir as regras das companhias aéreas sobre como viajar de avião com cachorro e gato. De modo geral, a maioria das empresas limita o número de animais por voo. Por isso, o mais indicado é fazer uma reserva específica até 24 horas antes do embarque.
Não há uma lei para viajar com cachorro e gato. No entanto, as companhias aéreas determinam que o pet só pode viajar na cabine com os passageiros se estiver com até 8 kg.
Além disso, o transporte como bagagem só é permitido para animais com até 75 kg. Em alguns casos, não são aceitos animais agressivos e de raças braquicefálicas (focinho curto).
Por fim, o tutor deve fazer o planejamento com antecedência. Isso porque a documentação pode demorar de 30 a 120 dias para ser concluída. Outro caso a se considerar é o de países como Reino Unido e Suécia, onde é exigido o microchip no animal.
Como se preparar para viagens de carro?
Um pouco menos complicado do que viajar com pet de avião, a viagem de carro com gato e cachorro também necessita de cuidados para um transporte confortável e seguro.
O primeiro passo para um passeio tranquilo é, sem dúvidas, o planejamento. Por isso, mesmo que o bicho já esteja acostumado com trajetos mais longos, é essencial realizar paradas no mínimo a cada duas horas. Assim, o pet pode fazer suas necessidades e se distrair um pouco.
Vale lembrar que durante a parada não é recomendado alimentar o animal, já que ele pode sofrer com enjoos logo em seguida. Além disso, é obrigatório o uso de caixas de transporte e cinto de segurança.
Certifique-se de que seu amigo de quatro patas esteja bem preso ao equipamento. Os tutores devem estar cientes de que transportar o animal solto no veículo é considerado infração grave, com multa e perda de quatro pontos na carteira.
Dicas para o embarque ao viajar com pet!
Agora que você já conhece algumas regras para verificar antes de viajar com pet, saiba que também é importante estar atento à acomodação e ao bem-estar de todos. Por isso, siga dicas básicas, como:
·         Compre a caixa de transporte com antecedência e estimule o animal a usá-la;
·         Deixe a ração e acessórios preferidos do pet sempre por perto durante a viagem,
·         Só utilize medicamentos sedativos com orientação do médico-veterinário.
Em todos os casos, é imprescindível consultar um especialista antes de viajar com pet. Afinal, só ele poderá indicar os cuidados essenciais para passeios tranquilos com seu melhor amigo.






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quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

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Conheça as 10 raças de cães mais inteligentes do mundo  







Saiba quais são as raças mais inteligentes do mundo canino e entenda suas característica
Considerados entre as espécies mais espertas do mundo animal, os cachorros são seres notoriamente inteligentes, e algumas raças se destacam ainda mais neste quesito, apresentando uma capacidade extremamente elevada de entendimento e compreensão - o que facilita bastante os processos de adestramento e execução de comandos.

Veja a seguir as 10 raças de cães mais inteligentes do mundo, e saiba um pouco mais sobre as suas personalidades:

1) Border Collie

Dócil e bastante agitado, o border collie ganha destaque em competições do mundo canino, como as de Agility e para o uso no pastoreio de ovelhas. Apesar de se adaptar bem a diferentes ambientes, o cão da raça não gosta de ficar sozinho, e precisa de carinhos e exercícios constantes, é uma raça que gosta de receber comandos.

2) Poodle
Muito popular entre os brasileiros amantes de pets, o poodle é considerado um dos cachorros mais inteligentes do mundo. Dono de uma alta capacidade de compreensão, pode ser facilmente treinado tanto para ser um bom companheiro quanto para atuar como cão de guardapara alerta ou caçador.

3) Pastor Alemão
Conhecido como um ótimo farejador e cão de guarda, o pastor alemão é muito inteligente e altamente protetor. Corajoso e amigo, gosta de atividades que envolvam ações que possam ajudar aos outros, e se dá muito bem com crianças, apesar do seu grande porte.

4) Golden Retriever
Dócil e brincalhão, o golden retriever é uma das raças mais adoradas pelos amantes de pet e tem uma capacidade de aprendizado bastante alta, sendo usado frequentemente como cão-guia para deficientes visuais.

5) Dobermann
Bastante agitado e fã de atividades físicas, o dobermann é outro cão inteligente que se destaca em competições caninas. Sociável, pode conviver tranquilamente com famílias inteiras, e é considerado um bom cão de guarda.

6) Pastor de Shetland ou Sheltie
Também conhecida como shetland sheepdog, esta raça é leal e extremamente protetora, fazendo de tudo para defender os seus donos. Necessitando de estímulos físicos e mentais constantes para se manter animado, o shetland sheepdog é considerado, por muitos, dono de uma inteligência quase humana.

7) Labrador Retriever

Assim como o golden, o labrador retriever é muito dócil e inteligente, e também faz parte das raças treinadas para servir de cão-guia, cão de guarda, farejador ou caçador. Nada agressivos, os cães da raça são muito brincalhões, e convivem com crianças e adultos sem problemas.

8) Papillon
Leal, carinhoso e protetor de seus donos, o papillon é bastante agitado, e raramente precisa de mais de um comando para absorver informações. Entre as raças mini, só perde para o poodle no quesito inteligência.

9) Rottweiler
De aparência agressiva, o cão da raça rottweiller pode ser bastante dócil com seus donos, e é tido como um ótimo cão de guarda, por ser bastante protetor e leal. Obediente, pode conviver tranquilamente com crianças quando treinado desde cedo, e é um cão bastante calmo na maior parte do tempo.

10) Australian Cattle Dog
Menos conhecido no Brasil que os demais cães da lista, o australian cattle dog também conhecido como heeler, é o décimo mais inteligente do mundo, e até hoje é usado por fazendeiros no controle de rebanhos. Por ser muito agitado, precisa de estímulos e atividades físicas constantes, e pode ser bem agressivo com desconhecidos por ser muito protetor com seus donos.




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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

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Pequeno, charmoso e simpático: Conheça o Yorkshire








Uma das raças mais populares do Brasil, o yorkshire mede cerca de 17 centímetros de altura. O tamanho faz com que seja um cachorro para apartamentos e espaços compactos, mas é preciso ter disposição para acompanhar o pique do pet.
Origem do Yorkshire Terrier

Resultados de cruzamentos entre diversas raças, entre elas Airedale Terrier, Clydesdale Terrier, Tan Terrier e English Black de pelo duro, os primeiros yorkshires foram vistos na Inglaterra e chegaram à América em 1880 em tamanhos variados. Brincalhão e muito inteligente, esse simpático cãozinho costuma ser tímido com outros cachorros, mas bastam alguns minutos para se sentir à vontade. Em alguns casos, no entanto, pode se sentir incomodado e até se tornar um pouco agressivo. Por isso, fique sempre por perto e mantenha-o na guia e na coleira durante os passeios.

Outra vantagem da raça é a capacidade de adaptação à rotina da casa. Se o ambiente for tranquilo, eles rapidamente diminuem a energia e ficam calmos. Apesar dessa versatilidade, não gostam de ficar sozinhos e precisam de alguém por perto para fazer companhia. Embora gostem de latir alto, são fáceis de treinar, até mesmo por crianças, com quem adoram se divertir. Muitas pessoas costumam levar o pet no colo ou em bolsas especiais. Vale lembrar que o yorkshire prefere andar no chão para que possa sentir o cheiro dos ambientes e conhecer outros animais.
Principais características do Yorkshire

·         O peso da raça varia entre três e quatro quilos e expectativa de vida é de 15 anos, uma das mais altas do mundo canino
·         Não costuma soltar pelos Adora ser escovado, então, reserve alguns minutos para a atividade
·         Geralmente, as fêmeas têm os pelos presos com lacinhos e os machos têm os pelos cortados para melhor enxergarFicou com alguma dúvida sobre o yorkshire? Conte para nós nos comentários






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terça-feira, 17 de dezembro de 2019

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Respondemos às principais dúvidas sobre o resgate animal







Existem diversas maneiras de ajudar a diminuir o número de pets abandonados e o resgate animal. Começa pelos cuidados com os animais de estimação que já moram com você, garantindo que eles sejam castrados, evitando cruzamentos indesejados. Já o uso de identificadores, como tag na coleira e microchip, facilita a identificação de tutores em caso de fugas.
Para quem tem vontade de levar um novo amigo para casa, optar pela adoção de pets pode ser uma boa alternativa. Adotar animais que estão atualmente sob os cuidados de uma ONG permite que elas continuem fazendo seu papel.
Mas e quanto aos cães e gatos abandonados que vemos na rua diariamente? Como fazer o resgate pet de forma segura e responsável

Posso tirar um pet da rua e levá-lo para uma ONG?
Até pode, mas a prática não é recomendada. O número de animais abandonados é muito superior à quantidade de ONGs que trabalham para resgatá-los. Elas estão constantemente superlotadas, estando sujeitas a limitações de espaço e também financeiras.
É por isso que, ao encontrar um pet abandonado, não é recomendado levá-lo a uma ONG de animais. “Nesse caso, o mais indicado é que cada munícipe faça o seu papel e ajude o animal”,. Isso inclui levar o bichinho ao veterinário e providenciar para que ele seja castrado o quanto antes.
Ao resgatar um pet, eu me torno responsável por ele?
Sim! Vamos imaginar a seguinte situação: você viu um cachorro machucado, teve a iniciativa de levá-lo ao veterinário e acompanhou o tratamento e os cuidados. Uma vez que ele estiver recuperado, você não poderá simplesmente devolvê-lo para a rua.
Isso porque, de acordo com os termos do artigo 936 do Código Civil, após o resgate de animais, você se torna legalmente responsável pelo bichinho, sob o risco de responder pelo crime de abandono ao animal.
Quais são outras formas de colocar o pet para adoção?
Como visto, não é recomendado levar animais resgatados para ONGs. O recomendado é procurar o Centro de Controle de Zoonoses ou o serviço de bem-estar animal de cada região. Para essa possibilidade, o melhor é se encarregar você mesmo da adoção do cão ou gato.
Graças às redes sociais, hoje em dia ficou muito mais fácil divulgar fotos e informações de pets para adoção. Apenas fique atento para que ela seja feita de maneira responsável. Antes de entregar o animal, procure saber quem é a pessoa e se ela realmente terá condições de garantir o bem-estar físico e mental do peludinho.

Depois do resgate animal, onde ir primeiro: veterinário ou banho e tosa?
Mesmo que o animalzinho esteja sujo, o ideal é levá-lo primeiro para uma avaliação médica. “Após a consulta, o médico-veterinário poderá orientar se o bichinho está apto ou não para o banho e tosa e qual é seu estado de saúde”,
Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos durante o banho. Sem contar o risco de o pet estar com alguma doença contagiosa que pode afetar outros animais.
Corro o risco de pegar alguma doença durante o resgate animal?
As principais doenças vistas em resgates de cachorros abandonados são: verminoses, doença do carrapato, sarnas, fungos, otites e infestação por ectoparasitas (pulgas e carrapatos).
Embora muitas delas não sejam transmissíveis aos seres humanos, algumas podem nos infectar. Alguns exemplos são a sarna sarcóptica, o fungo da dermatofitose, a giardíase e até mesmo os carrapatos. Por esse motivo, todo cuidado é pouco nesse momento.
O que fazer para prevenir possíveis contaminações?
O primeiro passo é manipular o gato ou cão resgatado sempre com o uso de luvas e um pano. Outra dica é nunca introduzir esses pets livremente em sua residência.
Isso porque, caso estejam com alguma doença incubada, eles não infestem o ambiente e outros animais da casa. “Por isso, o mais indicado é que, após o resgate, o peludinho passe por uma avaliação veterinária”.
Tenho outros animais na casa, eles podem conviver com o pet resgatado?
Num primeiro momento, não. Depois de resgatar um pet e de levá-lo para uma consulta ao veterinário, o ideal é que ele passe por um período de isolamento. Assim, você poderá ficar atento ao comportamento dele e ao aparecimento de possíveis sinais clínicos.
Se, após esse período, ficar comprovado que o pet está bem, então será a hora de apresentá-lo aos outros companheiros. Essa etapa deve ser feita aos poucos e com muito cuidado para evitar brigas.

Quais são outras formas de contribuir para a causa animal?
Para quem não tem condições para adotar um pet de uma ONG ou de fazer o resgate de animais diretamente das ruas, saiba que existem outras opções.
“Hoje em dia, podemos ajudar as ONGs de diversas maneiras, através do apadrinhamento de animais. Além da compra de produtos confeccionados pelas ONGs, doação de notas fiscais sem CPF, doação de produtos”




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segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

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Cachorro ou Gato ciumento : o que fazer ?





A cena do ciúme cena costuma se repetir em qualquer casa. Quem tem um animal ciumento sabe que não é fácil lidar com o sentimento de posse que ele desenvolve. Quando se sente deixado de lado, o animal costuma latir ou miar em excesso, estragar objetos e apresentar comportamento mais agressivo. O problema é quando as emoções do pet ultrapassam os limites toleráveis e se transformam em dor de cabeça.
Foi o que aconteceu com a bancária Renata Farias ao apresentar o novo namorado ao seu cachorro, Charlie. Ele disputava a atenção dela a ponto de não permitir que o rapaz se aproximasse, ameaçando mordê-lo. “Ele começou a ficar ainda mais nervoso e eu tive que desfazer o relacionamento”, lembra.

De acordo com Sérgio Alves Bambirra, médico-veterinário e professor de comportamento e bem-estar animal na Universidade Federal de Lavras, o que classificamos como ciúme é, na verdade, o velho instinto de líder. Se o animal percebe que o dono não tem controle da situação, ele naturalmente se mostrará no comando. “Alguns animais possuem um instinto de proteção. Muitas vezes, projetamos neles reações que são vividas pelos humanos. Por isso, é comum chamar esse comportamento de ciúme ou posse”, explica o médico-veterinário.
Na prática, significa que o dono corre o risco de tomar decisões equivocadas quando o pet demonstra liderança. Portanto, é importante ter pulso firme, estabelecer regras, impor limites e dar broncas sempre que achar necessário. Disciplina nunca é demais Muitas pessoas acham graça em ver seus animais com ciúme.
Um vídeo do dogue alemão Dinky fez sucesso na internet ao mostrar o cão latindo, rosnando e resmungando. Ele estava inconformado ao ver seu irmão, Ro-Ro, ser abraçado e acariciado por seu dono. De acordo com a adestradora Caroline Lima, cenas iguais a essa não devem ser estimuladas. “O sentimento de posse pode ser reforçado ao se sentir rejeitado pelo dono e a tendência é que ele se torne cada vez mais desobediente às ordens de comando”, afirma. A dica dos especialistas é reverter essa característica para um fator positivo. Aproveite o comportamento do animal e estimule outros comandos que façam com que ele volte a se sentir amado e seguro. A tarefa pode parecer difícil, mas não é impossível. Vamos começar?
A adestradora Caroline Lima ensina como conviver bem com o pet “ciumento”?
  1. A regra número um é mostrar liderança. O animal precisa sentir quem é o verdadeiro chefe da casa
  2. Nunca deixe de fazer algo porque ele não gosta. Faça-o entender que a autoridade é sua e continue a atividade
  3. Não ceda às chantagens emocionais e dê broncas sempre que achar necessário
  4. Reserve um tempo para ficar longe do pet para que ele não se sinta carente quando não puder dar total atenção a ele
  5. Dê recompensas quando ele apresentar uma atitude positiva. Assim, será possível associar esse reconhecimento a tal comportamento e as chances de repeti-lo são maiores
  6. Estimule o convívio com outros animais ao menos duas vezes por semana e leve-o para passear diariamente.





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